Não tenho “minha mulher”. Não sou o “homem de mulher alguma”. Apenas vivo e, vivendo, sigo os meus desejos e impulsos, sempre com ponderação, exercendo a minha INDIVIDUALIDADE. É a minha vida, são os meus dias, é o que eu levarei comigo… Mas a maioria prefere complicar e tanta cisa deixa de ser vivida só por causa de uma coisa tola, ilkusória, chamada “posse”. Posse de quê, pergunto eu. Da alma de outra pessoa. Nem a Deus pertence a minha alma, posto que ela me a deu…